Rob van Kranenburg

Minha trajetória para a o Design de Experimentação de Ambientes (palavras próximas são Locative Media, Pervasive Computing) tiveram início em 2000 quando visitei a Intelligent Information Interfaces (i3) Conference em Jönschoping, Suécia, para o programa de educação Balie Media . I3 agora faz parte do EU
Disappearing Computer Program. Fui tomado pelas possibilidades de misturar conectividade analógica e digital, vi alguns projetos de som culturais e sociais intrigantes (tais como LIME, Living Memory) e pela falta de diretrizes conceituais e filosóficas. Quando alguns anos mais tarde – em 2002, em Göteborg na Ubicomp 2 – como editor para Doors of Perception 7, Flow, the Design challenge of Pervasive Computing- eu trouxe � tona a noção do animismo como uma característica importante de nossas novas arquiteturas, como se as coisas tivessem uma conectividade digital única, foi expluso da sala.

Agora essa idéia está surgindo no trabalho de Julian Bleecker e Adam Greenfield. Doors 7 e the E-Culture Fair organizadas pela Virtual Platform (onde trabalho uma vez por semana) prepararam o terreno para vários pensamentos conceituais sobre pervasive computing (Bruce Sterling, Malcolm McCullough, Neil Gershenfeld, Derrick de Kerckhove) e prática crítica locativa (Natalie Jeremijenko, Jussi Angesleva, Esther Polak, Casey Reas, Shona Kitchen & Ben Hooker, Franziska Nori (digitalcraft.org) e Usman Haque).

Intrigado pelas potencialidades de integração entre várias habilidades, comecei consultoria em grupos de pós-graduação na Antuérpia com profissionais de dança, coreógrafos e performers em ATP, Artes, Performance, Teatro, que me levou ao caminho da corporal literacy “habilidade corporal” (um termo que criei com Maaike Bleeker, University of Amsterdam).

Em um contexto mais amplo de Mapping Territory, tentei encontrar sentido no que era claramente um território onde ninguém ainda sabia o que era dado e o que não era. O terreno técnico mais curioso é ocupado pelo RFID (radio frequency identification technology). Assim que tomei conhecimento percebi seu potencial como o DNA desse novo Território Digital e organizei workshops em Londres (com Plot) e Amsterdam (com Mediamatic) a fim de recolher diversas habilidades e especialisdades diferentes para debater sobre os cenários claros e sombrios do futuro. Um estudo feito por Matt Ward e Gaynor Backhouse para o JISC sobre RFID, Frequency, padrões, adoção e inovação foi publidado recentemente.

RFID ie também visto como a cola de panoramas wireless que vislumbramos em um estudo da EU sobre Cybersegurança e Território Digital, no qual focamos em noções produtivas de privacidade.

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