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Filmobile: São Paulo, presented by Mobilefest

MOBILEFEST apresenta FILMOBILE São Paulo
Exibição, vídeo Conferência
Data:
5 de abril de 2008
Local São Paulo:
The British Council - Rua Ferreira de Araújo, 741 - Pinheiros
Local Londres:
The Old Lumiere Cinema, 309 Regent Street, London W1R 8AL (Metrô Oxford Circus)
O MOBILEFEST - Festival Internacional de Arte e Criatividade Móvel com o objetivo de promover intercâmbios culturais entre os pesquisadores, artistas e produtores de conteúdo móvel tem o prazer de anunciar a realização do evento FILMOBILE São Paulo na sede do British Council, São Paulo no próximo 5 de abril de 2008.
FILMOBILE é um projeto de rede desenvolvido na University of Westminster, e procura reunir a indústria de telefonia móvel, criadores de filmes e artistas trabalhando com dispositivos móveis.
O evento será um encontro simultâneo via videoconferência para discutir o impacto econômico e cultural trazido pelas novas tecnologias móveis e iniciar debates entre artistas, a mídia e a nova indústria móvel nos dois países.
Não é a primeira vez que isto acontece. Em dezembro de 2007 por ocasião do Seminário Internacional Mobilefest realizado simultaneamente no SESC PAULISTA e na universidade de Westminster em Londres, as duas cidades estiveram unidas
durante 4 horas por uma videoconferência que uniu artistas, pesquisadores, empresários, diretores de TV e produtores de conteúdos dos dois paises para discutirem os rumos da produção e distribuição de conteúdo com dispositivos moveis em nível global.
O evento apresentado pelo MOBILEFEST irá reunir pensadores e artistas que irão se encontrar simultaneamente em São Paulo (British Council São Paulo) e Londres (The Old Lumiere Cinema) Os temas abordados serão: Mobile Filmmaking, Mobile Participation e Mobile Stories.
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Programação:
10:45 MOBILEFEST apresenta FILMOBILE São Paulo - video conferencia
Marcelo Godoy (Mobilefest) and Paulo Hartmann (Mobilefest)
Prêmio Mobilefest 2007: Mostra dos filmes selecionados da edição de 2007
Uma iniciativa pioneira, estimulando usuários a enviar filmes, fotos e textos sobre a questão ambiental.
MOBILEFEST apresenta FILMOBILE São Paulo tem o apoio do British Council São Paulo.
(11:00 – 12:00) – Mobile Filmmaking
Chair: Dr. Joram ten Brink / San Paulo commentator Marcelo Godoy
Professor Steve Hawley / Manchester Metropolitan University (UK) / Aesthetics of the mobile video
Dr. Thomas Meyer / University of Siegen (Germany) / Mobile-Mentary: An Approach
Max Schleser / University of Westminster (UK) / Max With a Kaitai – a mobile-mentary
(12:15 – 13:15) – Mobile Participation
Chair: Peter Dunn / São Paulo commentator Paulo Hartmann
Chris Chadwick / ICDC, Liverpool (UK) / Mobile Movies
Camille Baker / SMARTlab, University of East London (UK) / MindTouch: embodied transference/transcendence
Bebe Beard / Suffolk University, Bosten (USA) / When You Hold It To Your Ear You Can Hear the Ocean, See?
(13:30 – 14:30) – Mobile Stories
Chair: Tom Corby
Brian House / Knifeandfork – New York (USA) / Subversive (Mobile) Storytelling
Professor (Dr) Lizbeth Goodman / SMARTlab (UK) / Performing Live and Online in the Mobile Metaverse
Dr. Terry Wright / University of Ulster / Drogheda viaduct and Battle of the Boyne
(15:00 – 16:00)
Apresentação Mostra de Festivais Mobilefest
Inglaterra, Escócia, Estados Unidos, Canadá, França, Portugal e Espanha.
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BIOGRAFIAS
Mesa 1- Mobile Filmmaking
Professor Steve Hawley / Manchester
A estética do vídeo Móvel
Em 2004 eu fiz uma vídeo-arte com um Nokia 6600 que comprei justamente para esse propósito. Quando vi as imagens tremidas e low fi, e ouvi o som com zumbidos, não me lembrou tanto o vídeo do que o sistema de TV de 25 linhas de John Baird, cuja tecnologia primitiva o pôs no limite em termos de aplicativos criativos.
O vídeo, Speech marks, que colou várias imagens pequenas de celular (limitadas à 10 segundos) foi uma das primeiras peças feitas por telefone celular, e usou as limitações visuais do meio, assim como dos primeiros artistas de vídeo usavam a estética do portapak preto e branco dos anos 60.
A apresentação vai examinar a estética do vídeo em celular, e relacionar isso à outras tecnologias de imagem em movimento, da primeira transmissão de TV de Baird, The Man With The Flower in His Mouth de 1930, por Pirandello, até o tubo de câmera vidicon dos anos 70, que queimava facilmente se a instrução de “nunca apontar para o sol” fosse ignorada. Longe de ser uma barreira, a estrutura das mídias viraram códigos, ou exploradas nos anos 20, ou nos anos 60 e 70 que foram formalizadas como movimentos. Inclui exemplos de Baird, até o Sony Rover portapak, chegando ao celular.
Dr. Thomas Meyer / University of Siegen
Mobile-Mentary: Uma Abordagem.
O telefone celular é mais do que um canal de utilidade para a comunicação. A comunicação via telefone celular é interessante por que parece ter influência no público ou na opinião pública. A comunicação visual é parte das possibilidades que a nova tecnologia pode oferece. Diferente do telefone, o celular pode ser usado para propósitos documentais, pode funcionar como uma interface visual entre o público e o privado. Um ponto chave é o papel do telefone móvel para tirar fotos da vida particular e de acidentes como o de 11 de setembro.
Nos dias após os ataques, os telefones celulares também foram chamados como testemunhas. As próprias redes novas pediram por evidências em fotos e vídeos das atrocidades. Algumas das imagens mais chocantes e repetidas são as imagens escuras e pixelizadas feitos por passageiros imediatamente após o evento por meio de seus celulares.
O desenvolvimento do documentário em tempos recentes é o projeto Mobile Mentary do Max Schleser. Como parte de uma crescente e onipresente da vida diária, o “filme”de Max Schleser levanta a questão sobre se o celular é uma ferramenta adequada para a câmera de filmes num futuro próximo (por exemplo, para documentar uma viagem). Também será discutida a convergência entre tecnologias móveis e de internet, que dão um meio aos usuários para arquivarem suas vidas por meio de fotos e filmes.
Max Schleser / University of Westminster (Reino Unido)
Mobile Media – uma nova experiência audiovisual
No painel de Mobile Filmmaking na conferência FILMOBILE, eu vou explorar o potencial do conteúdo capturado por telefones celulares como uma nova forma de criação de filmes (documentais) móveis. Em 2000, o primeiro telefone celular com câmera foi inserido no Japão e menos de seis anos depois, celulares com câmeras de foto e vídeo tem superado o volume de câmeras digitais e de filme juntos, e pesquisas da indústria prevêem o desenvolvimento continuo nos próximos anos.
Na minha pesquisa investigativa prática vai usar vários vídeotextos de celulares num campo de mídia, indo da publicidade, avant-garde e vídeo clipes para festivais de filmes curtos, enquanto situa o cinema móvel dentro do contexto cultura geral. Vou examinar fatores, que levam para a criação de novos formatos e do novo campo de produções móveis. Vou propor que os filmes móveis documentais gravados em celulares vão criar uma nova estética visual. Além disso, esse paper irá tentar definir a experiência do meio móvel, se referindo à tradução entre formatos e dimensões de telas diferentes.
Vou ilustrar como os novos documentários feitos por celular podem ser contextualizados historicamente pelo Kino-Pravda e pelo cinema experimental dos anos 20. Além disso, vou discutir os avanços tecnológicos em referência ao projeto mobile-mentary (documentário móvel). Esse neologismo foi criado para dar ênfase à convergência das lentes baseadas nas tecnologias das mídias e da comunicação, que oferecem uma abordagem progressiva para aumentar as fronteiras das experiências audiovisuais tradicionais.
Max Schleser é uma cineasta (de celular) baseado em Londres, atualmente doutorando no CREAM Research Centre na University of Westminster. Antes de focar na direção de documentários experimentais e de performances audiovisuais ao vivo (VJ), Max trabalhou em TV e produção de cinema nos últimos cinco anos. Seu portfólio inclui vários projetos artísticos e documentários colaborativos, que foram exibidos em vários festivais de cinema no Reino Unido e internacionalmente (incluindo eventos em Berlim, Nova Iorque, e Tóquio).
Marcelo Godoy
Diretor da newTV – empresa de conteúdo audiovisual para Internet, celular e TV. Biografia: Marcelo Godoy, 40 anos, produtor, atua a mais de 18 anos em agências de propaganda e produtoras de conteúdo audiovisual. Premiado no Festival de Cannes com Cyber Gold em 2002, produziu mais de 200 vídeos para diversos clientes, programas de TV, comerciais de televisão e documentários no Brasil e no exterior. Trabalha com banda larga e Internet desde 1999. Participou ativamente do lançamento da Internet no Brasil e da área de telefonia móvel. Apresenta o programa newTV, o primeiro programa no Brasil sobre as novas oportunidades do mundo móvel.
Idealizador e Organizador do Mobilefest - Festival de Arte e Criatividade Móvel
Mesa 2 – Mobile Participation
Chris Chadwick / ICDC, Liverpool (Reino Unido)
Mobile Movies
O projeto Mobile Movies foi desenvolvido pelo Centro Internacional de Conteúdo Digital (ICDC) da John Moores University, em Liverpool e patrocinada pelo prêmio Big Mediabox. Mediabox é um fundo de £6 milhões do Departamento para Crianças, Escolas, e Famílias (DCSF) para jovens em desvantagem, com idade entre 13 e 19 anos na Inglaterra.
Por meio de um programa de workshops de criação de conteúdo, o Mobile Movies vem treinando esses jovens em como produzir e transmitir filmes de qualidade usando seus telefones celulares e fazendo o upload dos filmes para um website especialmente criado para os jovens que vem colaborando com o ICDC para criar.
Ocorrendo entre Junho de 2007 e Março de 2008, o projeto tem como objetivo criar uma nova geração de cineastas e incentivar os jovens a criarem conteúdos inovadores com seus celulares.
Por enquanto, mais de 70 jovens de Merseyside e do Noroeste estão envolvidos nesse projeto, desde ajudar a criar o design do site, participando dos workshops de criação de filmes, indo a eventos de exibição e desenvolvendo suas habilidade no MasterClass até criarem seus próprios esquemas de bolsas para projetos de arte em mídia. Como resultado desses workshops de criação de filmes, mais de 140 filmes foram uploaded para o website do Mobile Movies. O site também inclui a habilidade de para votar e comentar nos filmes, guias legais, links para festivais e oportunidades de financiamento, um fórum de discussão e uma rede de cineastas locais.
Camille Baker / SMARTlab, University of East London
MindTouch: transferência/transcendência incorporada
Esse projeto explora idéias de transferência não-verbal, colaboração telepática, e a participação como performance, usando bioretorno e tecnologia de telefone móvel sob meta-objetivos de estudar “vivacidade” dentre os ambientes de redes móveis.
Esse projeto envolve criar uma performance móvel em rede, usando a base de dados de vídeo clips arquivados ou streamed, criados por celulares que capturam vídeo, para que seja então capturado streamed, e remixado durante performances visuais ao vivo. O evento, ou eventos irá formar uma montagem ou “remix” performático, colaborativo, e de narrativa não linear, que irá ser, possivelmente, streamed de volta para o celular de qualquer um e para a internet, e daí arquivado. Esses eventos irão começar em Londres, Reino Unido em Julho + Outubro, Vancouver em Agosto/Setembro, e possivelmente Perth e Ásia no ano que vem.
Os participantes são considerados parte da performance/colaboradores em criar clipes para os diversos eventos “mixados” e performances únicas do arquivo de vídeo móvel, para ajudar a “consciência coletiva”. Os participantes envolvidos nos vídeo blogs devem explorar sua própria consciência, não-verbal emotiva/ sensorial e afetiva, e o estado dos sonhos, incorporação, comunicação, com o uso de ferramentas de mídia móvel para se expressaram de forma não-verbal.
Essa pesquisa explora vídeo/mídia móvel em celulares por sua característica imediata, de baixa qualidade – imperfeição, mas espontaneidade, na velocidade do pensamento, com suas re-escritas, superimposições, e remixagem de idéias, flashes e colisões de imagens e emoções, sobreposições de sentidos e um fluxo de consciência e equivalência – ou simulação de telepatia e do coletivo, se inteligência caótica.
Camille Baker é doutorando no SMARTlab, University of East London, conduzindo pesquisa em Performance de Mídia em Rede, com patrocínio da BBC R+D. Seus interesses de pesquisa incluem: dispositivos móveis, vídeoarte, cinema ao vivo, mídia interativa/de performance, ambientes e instalações interativas, telemática, curadoria de novas mídias, e comunidades em rede.
Bebe Beard / Suffolk University, Boston (EUA)
‘Quando você Segura Isso Perto Do Ouvido, Você Pode Ouvir o Oceano, Vê?’
Essa apresentação será uma exploração do potencial dos telefones celulares como espaço para a vídeo arte. As oportunidades para telefones celulares como mecanismo de entrega de vídeo arte no nexo entre estética e percepção.
Meu interesse particular com celulares como dispositivos de entrega começou ao observar as pessoas usando os celulares em locais públicos. Nossos dispositivos móveis são as jóias do Século XXI – apesar do ouro e da prata estarem à preços nunca vistos desde a bagunça no mercado de investimento nos anos 80 – dispositivos eletrônicos são o acessório de status da época. Nós os temos com carinho, os usamos de forma proeminente, se não orgulhosa – e olhamos para eles intensamente. Assim como com todos os dispositivos da era pós-capitalista, nós estamos aclimatados à suas mudanças de estilo e capacidades. Situando a arte da imagem em movimento – filme, animação, vídeo – dentro desses dispositivos representa uma troca poética maravilhosa em meio dessas ondas de mudança movidas pela cultura do consumo. O espaço psíquico dentre o qual essa troca estética ocorre é interior – os fones de ouvido, o objeto iluminada na palma da mão, o calor do próprio dispositivo - não de sua própria fonte de energia, mas do calor do corpo de quem o vê. Uma abertura tão grande para a alma/mente/coração não tem precedente. A intimidade não tem competição – a porosidade da identidade está indo muito além de qualquer coisa que teoristas puderam prever.
Há outras maneiras de olhar para o vídeo/filme em relação aos telefones. Na minha apresentação, e como exemplificado pelos vídeos que incluí aqui, vou dividir minhas perspectivas como uma artista produzindo vídeos experimentais com a intenção de serem vista em telefones com vídeo. Meus vídeos e minhas idéias são sementes para várias conversas, que eu espero que surjam da platéia durante minha apresentação.
Paulo Hartmann
Diretor da PHD - Paulo Hartmann Design, estúdio de design gráfico e webdesign. Biografia: nascido em São Paulo, Brasil, em 1970, Paulo Hartmann é artista multimídia, músico e pesquisador independente. Como músico pesquisa a guitarra preparada e a criação de paisagens sonoras com a criação de loops em tempo real, bem como apresentações de tele-performance. Desde 2004 representa no Brasil o MEMEFEST, Festival de comunicação radical, originado na Eslovênia, que discute os conceitos e a influência da produção da mídia de massa e suas conseqüências.
Idealizador e Organizador do Mobilefest - Festival de Arte e Criatividade Móvel
Mesa 3 – Mobile Stories
Brian House / Knife and fork – New York (USA)
Contador de Histórias Subversivas (Móveis)
Esse paper propõe que mensagens de texto SMS (Short Message Service) em dispositivos móveis podem servir como meio de narração que subverte as barreiras tradicionais da experiência da literatura. Em um mundo com uma mídia cada vez mais rica, o texto retomou seu significado em dispositivos móveis por meios tal como o romance SMS, mas ainda, muito de seu potencial continua estagnado. Como uma interface para um sistema de computação, o SMS pode servir como uma “máquina literária” capaz do mesmo tipo de experiências em linguagem combinatória conduzidos pelo Oulipo ou como mecanismo de ficção interativo inspiradas por jogos como o Zork. Aarseth junta esses trabalhos pelo termo “cibertexto”, indicando que os processos de feedback é essencial na produção de texto. A perspectiva da primeira pessoa e da natureza verbal intrínseca do SMSM o torna um meio intrigante para o “cibertexto”.
Porém, a natureza do dispositivo móvel usado em um ambiente urbano também evoca a preocupação Situacional Internacional pela subjetividade do local, o que tem sido, de modo generalizado, o ponto de partida para as discussões sobre mídias locativas. Além do mais, a imperativa poética das mensagens de texto sugere seu uso como uma ferramenta contemporânea no tipo de performance não-teatral pensada pelo Fluxus, um uso pioneiro guiado pelo _Surrender Control_ do Tim Etchell.
Posicionado de modo único para combinar essas metodologias, o SMS permite transpor a literatura para o domínio experimental, animando textos ficcionais com a vida daria de uma forma difícil de explicar em relação a outras mídias, tal como a realidade virtual ou os usos convencionais do próprio SMS.
Knifeandfork é Brian House, Sue Huang, Johanna Linsley, e David Feinberg. Com tecnologia móvel, bases de dados, vídeos e inteligência artificial, nós criamos narrativas não-lineares no espaço físico. Operando com bases em Nova Iorque, Los Angeles, e Londres, Knifeandfork apresentou trabalhos na Stockholms Kulturhuset, no Beall Center em Irvine, California, e na Deutsches Architektur Zentrum em Berlim.
Professor (Dr) Lizbeth Goodman / SMARTlab
Performances ao Vivo e Online no Mobile Metaverse
A professora Lizbeth Goodman se juntou ao UEL como a nova Diretora de Inovações Tecnológicas Criativas em 2005.
Ela é a Fundadora e Diretora do SMARTlab Digital Media Institute & do MAGIC Multimedia & Games Innovation Centre, Gamelab and PLAYroom. SMARTlab é uma agência para mudanças sociais, operando com uma unidade de pesquisa base e duas adjuntas, cobrindo os setores da indústria criativa e das ONGs, com parceiros e patrocinadores em grandes ONGs e indústrias de entretenimento ao redor do mundo.
Ela também recebeu uma bolsa de Pesquisa Sênior pelo Microsoft Community Affairs por seu trabalho em uma nova séria de livros sobre Cultura Digital e pessoas reais: a Emergenc (i) es series com a MIT Press.
Ela dirige grupos de estudos para artistas profissionais das novas mídias e desenvolvedores tecnológicos dos setores SME, da indústria, e da indústria criativa. Ela é reconhecida como performática e é uma autora prolífica, e também uma expert de mídia com muita experiência (pesquisadora, escritora e apresentadora).
Dr. Terry Wright / University of Ulster
Drogheda viaduct and Battle of the Boyne
Terence Wright é Leitor em Estudos Teóricos em Artes visuais na University of Ulster. Anteriormente, ele era Professor Visitante de Fotografia na Kunsthøgskolen i Bergen, Noruega, e Membro de Pesquisa Sênior no Centro de Estudos de Refugiados, na Oxford University onde dirigiu o projeto “Imagens em Movimento: a Representação dos Refugiados pela Mídia”.
VISUALIZANDO A HISTÓRIA explora e contextualiza os resultados de pesquisa práticas (2005-2008) dentro de história interativa como parte do projeto FUSÃO de Transferência de Sabedoria (KTP) na qual a University of Ulster (UU) está colaborando com uma empresa de internet, MOR Solutions, Drogheda em um projeto de desenvolvimento econômico de mídia criativa e digital que atravessa fronteiras, parte do Processo de Paz do Norte da Irlanda.
O projeto irá resultar em dois protótipos pilotos de demonstração, providenciando guias de história móveis para o Viaduto Drogheda (construído em 1855) e o local da Batalha do Boyne (BOTB de 1690.)
Cada demonstrador possuí características individuais e únicas. Para a produção do Viaduto, nos podíamos usar uma riqueza de materiais visuais (fotografias, horários de ferrovias, artefatos de museus, etc.) assim como entrevistas com os moradores locais.
Em contratos com o BOTB, apesar de envolver pinturas e gravuras extensas, a preocupação primário é com os relatos escritos, mas esses são vistos com a ajuda do Irish Arms, um grupo profissional de encenações históricas; o Museu Millmount, Drogheda e com a cooperação do Escritório de Trabalhos Públicos da República da Irlanda (responsáveis pelo site do BOTB). Há também uma dimensão econômica significativa, na qual a InterTradeIreland identificou como prioridade as “tentativas criativas para proteger … a herança cultural” pedindo “uma abordagem que transcenda as fronteiras políticas”. O objetivo geral das produções é dar aos visitantes o acesso multi-perspectivo, histórias e adivinhações refutadas ou contraditórias: dos pontos de vista dos designers da ponte e dos trabalhadores ou generais da ferrovia, soldados e seguidores dos acampamentos; da perspectiva política abrangente estratégica, domestica e Européia até as práticas diárias (tal como mantendo e usando um matchlock musket), assim como comentários contemporâneos.
Para interessar aos visitantes, ambos os projetos colocam ênfase especial na imagética visual e a narrativa interativa. Sabedoria específica atualizada nessas áreas foi ganho pela minha colaboração com um projeto NM2 multidisciplinar comprida com sucesso patrocinado pela União Européia.
Vagas Limitadas.
Envie uma carta de intenção e breve curriculo para 2008-(at)-mobilefest.org
FILMOBILE é apoiado pela University of Westminster, HEIF (Fundo de Inovação para Educação Superior), London Westside, CREAM (Centro de Pesquisa e Educação em Arte e Mídia), London Gallery West, Immedia 24 e a nova mídia eXchange. FILMOBILE é parte do NODE.London Spring ’08 season – http://nodel.org. FILMOBILE trabalha em colaboração com o Mobilefest em São Paulo, Brasil.

17/03/08 às 3:24
[…] Programação: http://www.mobilefest.com.br/blog/filmobile-sao-paulo-presented-by-mobilefest/ […]
17/03/08 às 17:09
[…] FILMOBILE é um projeto de rede desenvolvido na University of Westminster, e procura reunir a indústria de telefonia móvel, criadores de filmes e artistas trabalhando com dispositivos móveis. […]
19/03/08 às 10:45
[…] Agora os videos vão ser exibidos em londres, que luxo! - > http://www.mobilefest.com.br/blog/filmobile-sao-paulo-presented-by-mobilefest/ […]
25/03/08 às 9:04
[…] Sérgio Amadeu [pt] is helping to spread the news about the next Filmobile festival happening simultaneously in April 5th in São Paulo and for the first time in London. Participants will talk about Mobile Filmmaking, Mobile Participation and Mobile Stories. Share This […]
26/03/08 às 3:01
[…] FILMOBILE debate arte e tecnologias móveis Postado no março 26, 2008 por herdeirodocaos […]
26/03/08 às 20:54
[…] Programação aqui. […]
30/03/08 às 23:12
[…] Paulo Hartmann e Marcelo Godoy mandam avisar: dia 5 de abril tem FilmMobile lá no Centro Britânico. Conexão direta com Londres, feita especialmente para promover intercâmbios culturais entre os pesquisadores, artistas e produtores de conteúdo móvel. […]
11/04/08 às 13:43
[…] Programação disponível em: http://www.mobilefest.com.br/blog/filmobile-sao-paulo-presented-by-mobilefest/ […]